22/02/12

MATERNIDADE DE SUBSTITUIÇÃO

A Direcção Nacional da ACEPS-Portugal considera que o recurso à maternidade de substituição, mesmo nas situações em que se realiza por motivos altruístas e sem fins comerciais, suscita delicados e complexos problemas éticos e morais, na medida em que coloca em risco a integridade física e mental da futura criança e perturba o compromisso conjugal, que deve ser um relacionamento monógamo e heterossexual. Deste modo, rejeita a consagração da maternidade de substituição como uma modalidade de tratamento da infertilidade.